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Um conto de Natal

Hoje quero apenas partilhar convosco um pequeno conto de Natal com o qual participei no Desafio Literário "Conte-nos um Conto de Natal" promovido pela cadeia de lojas Deborla e que, ao que soube hoje, faz parte do lote dos 10 premiados.
Deixo aqui também os meus parabêns a todos aqueles que participaram e que independentemente de terem sido premiados ou não deram brilho, talento e muita imaginação a este desafio. Parabêns a todos!

Conto de Natal

- NÃOOOOO! – O grito desesperado ecoou em todo o Pólo Norte.
- Greve? Os duendes estão em greve? Mas hoje é dia 23 de Dezembro, como é que vou conseguir ter os presentes prontos a tempo no dia de Natal? – Perguntava o Pai Natal gesticulando freneticamente.
- Calma querido – recomendava a Mãe Natal – não te enerves que não há nada pior que um Pai Natal enervado. Vais ver que tudo se resolve. Vamos lá pensar…
- Oh, Pai Natal… Pai Natal… - chamou timidamente a Rena Rodolfo – tive uma ideia.
- Oh Rudolfo, não queres que te leve a passear agora…

Aí está 2009...

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Recados, Gifs e Imagens no Glimboo.com



O Ano de 2009 chegou com alegria, com fogos de artifício que encheram o céu de cor, com música, com champanhe e com muitos desejos, muitos planos, muitas resoluções e muitas decisões.
Com o novo ano chegou também o frio...esta vaga de frio, polar ao que dizem, conseguiu pelo menos fazer com que por uns dias parássemos de falar da crise e dos tempos terriveis que ao que consta estão para vir, para falarmos do frio, da neve, dos risos das pessoas face a esta gélida, mas perigosa, maravilha que arrefeceu o país mas aqueceu muitas memórias e muitos rostos com um sorriso.

Apesar de tudo todos esperamos que 2009 seja se possível um bocadinho melhor, mas pelo menos que não seja pior do que 2008. Resta-nos enfrentar a batalha com coragem, com fé e com esperança, afinal baixar os braços e desistir sem luta é apressar o que talvez possa ser adiado. Há que manter acessa a chama da esperança, porque mal vai o mundo quando esta se extinguir.
Por isso o meu dese…
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Nesta época que convida os corações a abrirem-se ao amor, à paz, à solidariedade, à alegria e à fé, desejo a todos um Santo Natal.
Que o espírito do Natal nos encha o coração de amor, nos ilumine o caminho e nos faça viver com coragem cada novo dia.

Para ajudar a lembrar o espírito alegre do natal deixo aqui a letra de algumas canções que todos conhecemos.
Feliz NATAL!!!!!!!!!





Ah! Vinde todos neste dia

Cantar um hino de louvor

Hino de paz e de alegra

Que os anjos cantam ao senhor



Refrão:

Glória in excelsis Deo

Glória in excelsis Deo



Naquela hora abençoada

Em que nasceu o Senhor

A terra inteira foi abraçada

Pelas palavras deste clamor



Refrão:

Glória in excelsis Deo

Glória in excelsis Deo



Há uma voz pela campina

Anunciando que Deus nasceu

Naquela gruta tão pobrezinha

Cantam os anjos do céu



Refrão:

Glória in excelsis Deo

Glória in excelsis Deo
****************************************
Refrão

Alegrem-se os céus e a terra

Cantemos com alegria

Já nasceu o Deus Menino

Filho da Virgem Maria



En…

Festa de Natal

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Nesta época do ano são ainda bastantes as empresas que organizam uma festa de Natal. A ideia é juntar todos aqueles que ao longo do ano contribuem para a laboração da empresa, para a sua manutenção, para o seu desenvolvimento e crescimento. É um dia de festa onde por umas horas todos são pessoas comuns que têm em comum o local de trabalho. A pensar nessa ocasião escrevi o texto que a seguir vos deixo... e que para mim representa o espirito que deve embuir estas festas.


Passam-se os dias, passam-se as semanas, passam-se os meses,
e assim quase sem darmos por isso se passou mais um ano,
assim se passaram coisas boas mas também coisas más,
assim se passaram tristezas mas também muitas alegrias,
assim aconteceram tantas coisas e tão depressa que por vezes
nem houve tempo para fazer projectos ou traçar um plano,
mas hoje é um dia especial, dia de deixar tudo isso para trás
e viver um dia que é tão especial e diferente dos outros dias.

Hoje já se sente o colorido das luzes e o cheiro alegre a Natal,

Desfolho as letras do teu nome

Desfolho as letras do teu nome como malmequeres
amarelos colhidos num jardim à beira da estrada,
desfolho-as e penso no que dirás quando souberes
que me dizem que afinal por ti nunca fui amada.

Desfolho as letras do teu nome em quieta surdina
na escuridão da noite que me envolve os pensamentos,
desfolho-as e por momentos volto a ser a menina
que acreditava na pura inocência dos sentimentos.

Desfolho as letras do teu nome como uma ladainha
na esperança de que a repetição se torne realidade
e de que num passe de magia apareças junto de mim,

de que num gesto mudo ponhas a tua mão na minha
e de que por momentos o sonho possa ser verdade
e de que na escuridão da noite se faça luz por fim.

(Participação no XII Concurso de Poesia - (N)a escuridão da noite - Site Luso-Poemas - Agosto 2008)

Ecos de passado e medo

Retumbam bem dentro da minha alma os sons abafados
De mil e um trovões numa noite de tempestade angustiada,
De um turbilhão de pensamentos inquietos e malfadados
Que me trazem a vontade rendida e à incerteza agrilhoada.

Ecoam no fundo do meu peito os sons de um coração
Estilhaçado pelas dúvidas e trespassado pela incerteza,
De um coração que tenta em vão arranjar uma explicação
Para justificar o seu medo e a sua máscara de cruel frieza.

Ressoam no fundo do meu espírito ecos de coisas passadas
Que me transformaram o querer e me transfiguraram o ser,
Lembranças de coisas outrora amadas e hoje tão odiadas
Que me espezinharam a essência e me toldaram o viver.

Rugem nas profundezas do meu ser fantasmas aprisionados
Que nunca tive coragem para deixar partir em liberdade,
Fantasmas que me acorrentam no medo e que, a teu lado,
Me impedem de encontrar uma nova esperança de felicidade.

(Porque por vezes o medo de soltar as amarras do passado nos impede de navegar nas águas do futuro)

Um simples desabafo...

Há uma nova actividade em vias de expansão,
diria mesmo que quase desporto nacional,
largamente praticada esta arte da invenção
cuja finalidade é da vida alheia dizer mal.
Já se perdeu o velho hábito do comentário
e até do mexerico tão comum e tão banal,
agora faz-se algo novo e extraordinário:
inventam-se novas histórias e ponto final!
Inventam-se umas coisitas para dar animação,
acrescentam-se mil pontos ao conto original
e se nos descuidamos e não prestamos atenção
uma unha encravada passa a doença terminal!
Pessoas que pouco falam e menos ainda se dão
quando dão por ela estão a caminho do altar,
e num volte de face cheio de imaginação
antes do casamento já se estão para divorciar.
Amigos, que nunca o foram, num piscar de olhos
passam a ser melhores amigos desde a infância,
e as histórias e as mentiras surgem aos molhos
mas sempre contadas com certeza e muita elegância.
E assim, se controem novas vidas, novas metas,
assim se destroem verdades e probabilidades,
e essas mentes desocupadas mas sempre bem a…