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E passado algum tempo...

E passado algum tempo percebi, fez-se luz na minha cabeça e aclarou-se a minha alma: o que sentia não eram saudades tuas... mas sim saudades do que sentia quando estava contigo.Não era de ti, enquanto pessoa, que sentia saudades, era na verdade daquilo que tu me fizeste descobrir dentro de mim mesmo... Não era de ti, enquanto pessoa, que sentia saudades, era daquilo que eu descobri que podia ser... Não... já não sinto saudades... e sabes porquê? Porque percebi que não preciso de ti para ser quem sou...percebi que não eras tu que quem me fazia ser aquela pessoa... percebi que fui, sou e serei sempre eu...mesmo sem ti e na verdade, sei-o agora, sobretudo, sem ti...

Mini Conto Tropical

Ele era fado e corridinho… ela era bossa-nova e samba; Ele era maçã e pêra-rocha… ela era pitanga e guaraná; Ele era cavaquinho e acordeon… ela era berimbau e pandeiro; Ele era vinho tinto e do porto… ela era cachaça e caipirinha; Ele era bacalhau e pastel de nata… ela era feijão preto e brigadeiro; E das suas diferenças, com o tempo, construíram uma ponte transatlântica…
E dois continentes fundiram-se num só, no calor forte de um abraço anunciado…

Será que realmente conhecemos as pessoas

Convivemos com as pessoas. Passamos tempo com elas.
Estamos todos os dias à mesma hora no mesmo lugar,
Ouvimos todas as histórias que têm para nos contar,
Compartilhamos as tristezas e a vontade de chorar,
Emprestamos um ombro quando a palavra é desabafar.
Convivemos com as pessoas. Passamos tempo com elas.
Cruzamos os caminhos do nosso destino e da nossa vida,
Entrelaçamos as alegrias e partilhamos a raiva contida,
Juntos retomamos a força que por vezes parece perdida,
Lado a lado levamos as agruras desta vida de vencida.
Convivemos com as pessoas. Passamos tempo com elas.
Desenrolamos juntos um novelo feito de mil emoções,
Observamos a mágoa e acompanhamos as decepções,
Aprendemos a ler no silêncio os gestos e as acções,
Damos-lhe um espaço dentro dos nossos corações.
Convivemos com as pessoas. Passamos tempo com elas.
Serão elas aquilo que são ou aquilo que nós queremos?
Serão aquilo que achamos ou são muito mais do que vemos?
Terão dentro de si um outro eu que desconhecemos?
No final resta a pergunt…

O pior é que é verdade

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O pior é que é verdade... e algumas ainda fazem aquele número de teatro; força...estou contigo (mas se te lixares, melhor ainda)! Dão-se ao trabalho de encenar, com mais ou menos arte, o seu apoio, o seu inventivo, chegam até a dar dicas motivacionais!

Mas...como desistir is not an option... fiquem lá com a vossa maldade, com as vossas más energias, com os vossos recalcamentos, com as vossas invejas, com as vossas frustrações e as vossas más vibrações e sejam felizes!

Fiquem nesse vosso mundinho egocêntrico e pequenino onde não cabem emoções e sentimentos verdadeiros, onde as palavras e as atitudes não andam de mãos dadas, onde o que parece raramente é.

Fiquem com a vossa amargura, com o vosso veneno, com a vossa escuridão interior, com o vosso eterno descontentamento, com vossa alma vazia... se é isso que vos faz sentir bem...

Para quem me deseja sombra...só tenho uma palavra: luz... afinal cada um dá aquilo que tem de melhor.

Vejam lá se percebem...ok?

Com certeza já todos reparamos naquelas marcas amarelas ou brancas que alguém se lembrou de pintar no pavimento dos estacionamentos...

Pois é...tenho novidades chocantes para alguns: malta o objectivo é estacionar dentro das marcações!

Verdade...eu sei deve ser uma notícia chocante para os que estão convencidos que as riscas são para marcar o meio do carro por forma a poderem ocupar dois lugares...ou para achar a diagonal da viatura...ou que foram pintadas porque não havia mais nada para fazer...ou que são meramente decorativas...mas é assim a dura realidade, ok? As marcas são para delimitar o espaço onde devem estacionar!

Por isso vejam lá se percebem o conceito...vão ver que até é mais simples arranjar lugar para estacionar...

Heis uma pergunta...

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Heis uma pergunta pertinente...uma pergunta daquelas que parecem simples demais, mas na verdade nos fazem pensar... Medo de tentar? Sim... acho que já todos tivemos medo de tentar. Pelo menos até termos percebido que sem tentar jamais sairemos do mesmo lugar, jamais iremos mais além, jamais sairemos do conforto do sempre igual... Já todos tivemos medo de tentar... até percebermos que tentar é o único caminho para alcançar novos sonhos, para viver novas histórias, para experimentar novas sensações...
Medo de não conseguir? Sim... já todos tivemos medo de não conseguir, medo de falhar o objectivo, medo de cair no ridículo, medo de não sermos o suficiente, de não sabermos o suficiente, de não valermos o suficiente, de não merecermos o suficiente... Já todos tivemos medo de não conseguir...até percebermos que não conseguir não nos torna mais fracos, mais imbecis, mais infelizes...mas tornas-nos mais fortes, ensina-nos que erros evitar, ensina-nos a crescer, a sobreviver e a avançar...
Medo de …

Existem coisas simples...

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Existem coisas simples... tão simples que por vezes as pessoas não lhe dão valor.
Existem coisas que em certas situações valem mais que mil palavras, mais que mil conversas...mais que mil moedas de ouro.
Existem gestos... pequenos gestos que aquecem o coração e que acendem a luz da alma.
Existem gestos que no momento certo são pequenos nadas que valem tudo.
São assim os abraços sentidos e os sorrisos sinceros, abertos e iluminados.
São assim os abraços em silêncio e os sorrisos espontâneos.
São assim os sorrisos que no silêncio das palavras iluminam os momentos.
São assim os abraços que na distância dos gestos abraçam os sentidos.