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Excerto

Sneak peek :) que é como quem diz "espreitadela". E espreitamos o quê? Um excerto. De quê? Hum...isso só o tempo o dirá :)


(...)Sem aviso, aliás depois de muitos sinais e avisos que havia ignorado, ela partiu da sua vida… partiu sem deixar rasto…partiu na certeza de que não queria que ele a encontrasse. No começo achou que ela se ia arrepender e voltar, mas os dias passaram e depressa percebeu que deitara por terra a oportunidade de ser feliz com alguém que o amava de verdade… (...)

Um cheirinho... de quem sabe o quê :)

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Excerto de quem sabe...uma nova aventura :)



(...) Viveu anos preso a um amor que lhe consumia o coração e a alma e só se libertou no dia, em que sentado discretamente no último banco da igreja, a ouviu dizer "Até que a morte nos separe" àquele que se tornava seu marido e que despertara nela o amor com que ele apenas se limitara a sonhar durante 30 anos... (...)

A Máfia do fósforo

Ultimamente todos temos acompanhado a dramática situação dos incêndios em Portugal, todos nos temos indignado, todos nos temos revoltado e todos nos temos questionado o que raio têm feito as comissões de inquérito criadas para averiguar situações semelhantes ocorridas em anos anteriores a fim de delinear estratégias e evitar que se volte a repetir tal cenário...

Também é verdade, que os Bombeiros têm literalmente estado de baixo de fogo, em todas as frentes, e que se a catadupa de palavras que tem vindo a ser vociferadas fosse água os incêndios estavam extintos à muito tempo.

Como em qualquer situação reclamamos com a primeira pessoa que nos aparece, a que dá a cara... e no caso infeliz dos incêndios quem dá a cara são os Bombeiros e são eles que por tabela levam com o rol de palavras de indignação, de revolta, de mágoa e de desalento.

Não esqueçamos contudo que os Bombeiros são pessoas, têm casa, têm família, têm pertences e que deixam tudo para trás para tentar salvar a vida e os pert…

Chuva de verão

Talvez não tenhas sido mais do que chuva no verão,
Sabes, daquela chuva que refresca a terra seca e árida
E que por algum tempo lhe devolve o verde e a vida…
Talvez não tenhas disso mais que trovoada de primavera,
Sabes, daquela que chega de surpresa, sem aviso prévio
E que ao passar deixa a marca do seu estrondo seco…
Talvez não tenhas sido mais que uma folha seca no outono,
Sabes, daquelas que se soltam e rendem a uma nova estação
E revestem o chão de um manto vermelho e dourado…
Talvez não tenhas sido mais que uma noite fria de inverno,
Sabes, daquelas em que buscamos o aconchego de um gesto
E o carinho delicado de uma palavra dita com sinceridade…
Talvez não tenhas sido mais que uma tempestade de estações,
Sabes, daquelas que vêm e vão num simples piscar de olhos
E que desaparecem, dando apenas lugar a uma boa lembrança…
Talvez não tenhas sido mais do que um breve momento,
Sabes, daqueles que acontecem apenas de vez em quando
E que são maravilhosos enquanto duram… mas que acabam…
Talvez não tenha…

Cada pessoa é um livro

Cada pessoa é um livro por descobrir, com páginas em branco ainda por preencher, com vários capítulos já encerrados, com diversos temas e assuntos.
Uns julgam o livro pela capa, outros dão-se ao trabalho de abrir e ler na diagonal à procura de alguma linha condutora e outros empregam o seu tempo na leitura do que está escrito, querem perceber, querem compreender e querem fazer parte, de alguma forma, das páginas que ainda não foram escritas.
Uns encantam-se pela capa e depois de abertas as páginas desiludem-se com o conteúdo... outros percebem rapidamente que a capa é só uma capa e que o que realmente tem conteúdo está escondido nas entrelinhas e que é necessário ter a paciência de ler para conseguir entender e chegar mais longe...outros não querem saber da capa, olham através dela e encantam-se com o pormenor da escrita...
Cada livro é um conjunto de vivências, de relatos, de ficção e de realidade... cada livro tem seu tema, sua magia, seu fascínio, seu interesse... não há um livro m…

Solidariedade com plafon

É comum haver por aí umas bancas, de diversas organizações e associações, que têm por objectivo angariar fundos para as mesmas...por norma dispõem de diversos artigos que "oferecem" uma lembrança a quem dá determinado valor, normalmente 5€ ou 10€, mas que aceitam qualquer quantia que se lhes dê... e fazem menção disso quando abordam as pessoas. Até aqui nada contra, até porque para muitas destas associações esta é uma forma de sobreviver.

O que não é comum é pararmos numa área de serviço e sermos abordados por um individuo, supostamente voluntário mas com ar muito contrariado, que solicita o donativo e pede para se escrever o nome, rubricar e mencionar a quantia de 5€... hã? Cinco euros? E se não quiser ou não puder dar cinco euros? Resposta arrogante e mal humorada: tem de ser cinco euros...ou 10€, não aceitamos menos.
Ai sim? Então olhe não é nada e pronto. Para a próxima ponha aí um aviso a dizer donativo mínimo 5€... assim as pessoas não perdem tempo com gente mal dispos…

Só agora percebia

Excerto de um texto a integrar, quem sabe, uma nova aventura:) Comentários, sugestões e opiniões são bem vindas :)
" (...) fora egoísta e esquecera-se dela... de cuidar dela...de lhe dar tempo, de lhe mostrar o quão importante ela era na verdade, de lhe mostrar o quanto precisava dela, o quanto a queria...na verdade, percebia-o agora, tomara-a por garantida e esse fora, sem qualquer margem de dúvida, o seu maior erro.
E naquele dia quando chegou a casa encontrou apenas o vazio...procurou em todos os cantos mas tudo o que encontrou foi a lembrança do batom dela, na mensagem deixada no espelho do quarto "Chegou o dia em que é tarde demais para voltar atrás... por isso nem tentes!"
E assim... de repente... como um murro no estômago, a realidade caiu-lhe em cima..."