Excerto
(...)Sentia-se angustiado, meio perdido, não sabia que rumo tomar, sentia-se num
conflito permanente entre o que sentia e o que na verdade tinha vontade de
fazer, sentia-se preso… e embora aos poucos fosse tomando pequenas atitudes que
lhe permitam viver consigo mesmo e com os outros pacificamente, sabia que não
chegava…sentia-se à beira da rotura e sabia que precisava de ar, de vento,
precisava de espaço, de silêncio para ouvir os seus pensamentos e sobretudo de
paz para aquietar o coração. (...)