Não é desconhecido o meu gosto pela escrita...aliás talvez até seja para alguns...
Deste percurso fazem parte muitos caminhos, muitos capítulos, muitas aventuras e muitas folhas de papel guardadas em caixinhas...
Há uns tempos atrás abri a gaveta e deixei sair algumas coisas...o resultado foi este:
https://www.bubok.pt/livros/7920/Ser-de-sombra-e-Luz
Ao longo do tempo as coisas foram fluindo, sem nunca aspirar a nada de mais elevado ou mediático. Fui tentando outras variantes e experimentado outras divagações.
Fui caminhando... e agora, apenas para pouco mais do que satisfazer a minha própria vontade, outras palavras se soltaram...
https://www.bubok.pt/livros/11689/Historias-de-Desamor-no-Masculino
Um sitio para falar de emoções, sensações, para deixar ideias...enfim um cantinho para as letras em todas as suas formas, em todas as suas dimensões... em todas as suas maravilhosas nuances.
terça-feira, novembro 20, 2018
domingo, novembro 18, 2018
És tu o teu maior adversário
Vivemos à sombra de comparações, à espera de encontrar nelas uma desculpa para os nossos próprios medos: até fazia mas fulano é tão bom naquilo; até ia mas sicrano faz muito mais rápido...
Vivemos à sombra de desculpas, de motivos reais e imaginários para não dar aquele passo em frente, para não correr aquele risco, para evitar aquela situação ou aquele confronto.
Vivemos escondidos atrás das nossas próprias desculpas para evitar combater as nossas limitações e enfrentar os nossos medos.
Vivemos no medo da boca alheia, dos comentários que tecem na nossa ausência, das criticas que fazem nas nossas costas, das "bocas" que atiram para o ar à espera que as agarremos.
Vivemos dos olhares de lado para quem faz mas passamos a vida a lamentar o que não fazemos.
Vivemos com medo das opiniões, dos comentários, do gozo, da risota, da conversa...do fazer pouco de quem nada faz a não ser criticar quem ousa fazer.
As pessoas vivem a lamentar-se do que não fazem, do tempo que não têm, do quanto gostavam de fazer isto ou aquilo...mas depois passam a vida a criticar e a julgar quem faz.
As pessoas que fazem não querem saber de nada disso... não querem superar ninguém, nem bater ninguém, nem ser melhores que ninguém... querem apenas crescer, evoluir, superar-se a si mesmas e sobretudo vencer o seu maior adversário: elas próprias!
Somos o nosso maior adversário...verdade... somos sós que nos limitamos, que nos impomos limites, que nos acomodamos às limitações, que deixamos os medos e os receios tomarem conta de nós.
Somos nós que nos escondemos atrás de desculpas e mais desculpas para justificar a nossa inércia.
Somos nós que criamos barreiras e erguemos muros.
Vence-te a ti mesmo! Faz as coisas por ti, vence por ti, supera por ti e sobretudo orgulha-te do que conquistas, seja pouco ou grande. Orgulha-te dos passos que dás, do caminho que percorres, das vitórias que alcanças! Lembra-te que se tu não fizeres por ti ninguém vai fazer! Manda para o espaço as energias negativas e mesquinhas que te tentam aprisionar, faz ouvidos de mercador aos comentários invejosos, rodeia-te de pessoas que ficam felizes por ti, que te fazem ser melhor e que te motivam, rodeia-te de pessoas que te inspiram a ser melhor, pessoas que genuinamente se orgulham do teu caminho por mais sinuoso que seja!
Faz por ti e para ti, evolui por ti e para ti, cresce por ti e para ti... cresce, evolui, melhora ao teu ritmo, faz o teu caminho sem pressa, segue o teu rumo...torna-te no teu maior aliado e não no teu pior adversário!
terça-feira, novembro 13, 2018
Os sonhos são como algodão doce
Os sonhos são como nuvens de algodão doce
que flutuam leves, soltas, vibrantes e coloridas
pelo ceú nem sempre azul das nossas vidas
embora desejássemos tanto que assim fosse.
São como nuvens feitas de açúcar em fio
que adoçam a esperança de um amanã melhor,
são asas que nos fazem descobrir um novo amor,
são setas que apontam para um novo desafio.
São nuvens de leveza, de encanto e de magia
que nos enchem a alma e aquecem o coração,
fazem com que a vida não seja passada em vão
e a cada nova conquista ganham nova energia.
Os sonhos são como nuvens de algodão doce
que adoçam cada passo da nossa experiência,
são alvos que se alcançam com muita persistência,
são oásis de esperança na nossa existência agridoce!
que flutuam leves, soltas, vibrantes e coloridas
pelo ceú nem sempre azul das nossas vidas
embora desejássemos tanto que assim fosse.
São como nuvens feitas de açúcar em fio
que adoçam a esperança de um amanã melhor,
são asas que nos fazem descobrir um novo amor,
são setas que apontam para um novo desafio.
São nuvens de leveza, de encanto e de magia
que nos enchem a alma e aquecem o coração,
fazem com que a vida não seja passada em vão
e a cada nova conquista ganham nova energia.
Os sonhos são como nuvens de algodão doce
que adoçam cada passo da nossa experiência,
são alvos que se alcançam com muita persistência,
são oásis de esperança na nossa existência agridoce!
quarta-feira, outubro 10, 2018
Cresce e descobre-te...
O crescimento é um processo contínuo, uma longa estrada feita de muitas e variadas etapas, uma parte essencial da vida e da nossa existência.
Crescer é bom, sobretudo quando se cresce apartir do interior, quando se cresce em sabedoria, em conhecimento e sobretudo quando se cresce a nível interior.
À medida que vamos crescendo vamos também descobrindo-nos a nós mesmos, vamos descobrindo novas nuances da nossa personalidade, vamos descobrindo novas forças, novos horizontes, novas formas de ser e de fazer.
Mal de quem deixa de crescer, de quem se acomoda, de quem se acostuma ao instituido e aos costumes, mal de quem deixa de sentir curiosidade, de querer aprender, de querer saber mais, de querer ir mais além, mal de quem deixa de querer ultrapassar os seus próprios limites.
Mal de quem deixa de sonhar, de ter metas, de sonhar novos sonhos, de querer novas experiências, de querer conhecer novos lugares e novas pessoas.
Mal de quem se acostuma consigo mesmo... de quem parou no tempo e ainda vive no antigamente...de quem tem medo de avançar, de evoluir, de se construir...
Crescemos interiormente através das experiências que temos, dos lugares que visitamos, das pessoas que conhecemos... através dos inesperados encontros e desencontros que a vida nos tráz. Crescemos quando aceitamos a nossa própria descoberta, quando não nos chega deixar como está, quando não nos basta fazer como sempre se fez, quando não nos basta ir onde sempre se foi.
Crescemos quando ganhamos asas na alma e seguimos mapas no coração!
Crescemos quando a nossa coragem é maior que os nossos medos!
Crescemos quando descobrimos que somos capazes de muito mais!
Crescer é bom, sobretudo quando se cresce apartir do interior, quando se cresce em sabedoria, em conhecimento e sobretudo quando se cresce a nível interior.
À medida que vamos crescendo vamos também descobrindo-nos a nós mesmos, vamos descobrindo novas nuances da nossa personalidade, vamos descobrindo novas forças, novos horizontes, novas formas de ser e de fazer.
Mal de quem deixa de crescer, de quem se acomoda, de quem se acostuma ao instituido e aos costumes, mal de quem deixa de sentir curiosidade, de querer aprender, de querer saber mais, de querer ir mais além, mal de quem deixa de querer ultrapassar os seus próprios limites.
Mal de quem deixa de sonhar, de ter metas, de sonhar novos sonhos, de querer novas experiências, de querer conhecer novos lugares e novas pessoas.
Mal de quem se acostuma consigo mesmo... de quem parou no tempo e ainda vive no antigamente...de quem tem medo de avançar, de evoluir, de se construir...
Crescemos interiormente através das experiências que temos, dos lugares que visitamos, das pessoas que conhecemos... através dos inesperados encontros e desencontros que a vida nos tráz. Crescemos quando aceitamos a nossa própria descoberta, quando não nos chega deixar como está, quando não nos basta fazer como sempre se fez, quando não nos basta ir onde sempre se foi.
Crescemos quando ganhamos asas na alma e seguimos mapas no coração!
Crescemos quando a nossa coragem é maior que os nossos medos!
Crescemos quando descobrimos que somos capazes de muito mais!
terça-feira, outubro 09, 2018
Revelações
Existe um sem número de revelações, de diversos géneros, de diversas intensidades e sobretudo de diversas origens.
Algumas revelações deixam-nos contentes, outras nem por isso, algumas surpreendem, outras dão-nos gana de bater em alguém, algumas são inesperadas e outras são há muito anunciadas.
Revelam-se coisas, situações, lugares, pensamentos... mas sobretudo revelam-se pessoas.
Revelam-se pessoas... e isto é quase sempre (salvo honrosas excepções) mau sinal, porque normalmente as pessoas revelam o seu pior lado, o lado mais mesquinho, mais egoísta, mais aproveitador, mais manipulador e sobretudo mais mentiroso. Disse alguém um dia que não se consegue enganar toda a gente o tempo todo... e é verdade.
Mas muitas vezes, quando pensamos sobre o assunto, vemos que na verdade as revelações são pouco mais do que o assumir de coisas que sempre soubemos mas que por conveniência (real ou imaginada) fingimos não saber.
Na verdade quem não é genuíno acaba sempre por mostrar o seu verdadeiro eu, acaba sempre por se revelar, acaba sempre por deixar cair a máscara e acaba invariavelmente por ficar feliz consigo mesmo por ter conseguido manter a farsa tanto tempo.
Revelam-se falsidades, mentiras, enganos... e finalmente um dia percebemos quem realmente está ali, quem se escondeu atrás de esquemas, quem nos ludibriou com falinhas mansas, quem nos enganou com artimanhas, quem nos levou a crer que a felicidade estava ali... quem nos fez esquecer daquilo que somos na verdade.
Ultimamente têm chovido revelações...algumas surpreendentes...outras admitamos que nem tanto... mas todas elas tiveram o seu impacto, as suas consequências, todas deixaram a sua marca. No fim de tudo fica-me a martelar na cabeça uma pergunta: como é que se consegue viver assim...numa mentira consentida...como é que se consegue dormir de noite e andar de cabeça erguida na rua... como é que se consegue manter tanta farsa e tanta ilusão...? Não sei... e confesso que prefiro não saber.
Admito que prefiro outras revelações... aquelas raras que vêm com carga positiva, que enchem a nossa vida de luz e de esperança, que nos enchem a alma e aquecem o coração. Essas sim... essas valem a pena e fazem sentido...
Algumas revelações deixam-nos contentes, outras nem por isso, algumas surpreendem, outras dão-nos gana de bater em alguém, algumas são inesperadas e outras são há muito anunciadas.
Revelam-se coisas, situações, lugares, pensamentos... mas sobretudo revelam-se pessoas.
Revelam-se pessoas... e isto é quase sempre (salvo honrosas excepções) mau sinal, porque normalmente as pessoas revelam o seu pior lado, o lado mais mesquinho, mais egoísta, mais aproveitador, mais manipulador e sobretudo mais mentiroso. Disse alguém um dia que não se consegue enganar toda a gente o tempo todo... e é verdade.
Mas muitas vezes, quando pensamos sobre o assunto, vemos que na verdade as revelações são pouco mais do que o assumir de coisas que sempre soubemos mas que por conveniência (real ou imaginada) fingimos não saber.
Na verdade quem não é genuíno acaba sempre por mostrar o seu verdadeiro eu, acaba sempre por se revelar, acaba sempre por deixar cair a máscara e acaba invariavelmente por ficar feliz consigo mesmo por ter conseguido manter a farsa tanto tempo.
Revelam-se falsidades, mentiras, enganos... e finalmente um dia percebemos quem realmente está ali, quem se escondeu atrás de esquemas, quem nos ludibriou com falinhas mansas, quem nos enganou com artimanhas, quem nos levou a crer que a felicidade estava ali... quem nos fez esquecer daquilo que somos na verdade.
Ultimamente têm chovido revelações...algumas surpreendentes...outras admitamos que nem tanto... mas todas elas tiveram o seu impacto, as suas consequências, todas deixaram a sua marca. No fim de tudo fica-me a martelar na cabeça uma pergunta: como é que se consegue viver assim...numa mentira consentida...como é que se consegue dormir de noite e andar de cabeça erguida na rua... como é que se consegue manter tanta farsa e tanta ilusão...? Não sei... e confesso que prefiro não saber.
Admito que prefiro outras revelações... aquelas raras que vêm com carga positiva, que enchem a nossa vida de luz e de esperança, que nos enchem a alma e aquecem o coração. Essas sim... essas valem a pena e fazem sentido...
domingo, setembro 16, 2018
Há pessoas que nos irritam...
Existem diversos tipos de pessoa que nos irritam ou que pelo menos, vá, nos mexem com os sentidos. Há pessoas que têm a capacidade de libertar o menos bom de nós, pessoas que nos chateiam e que nos fazem ter vontade de lhes dar uns safanões para ver se acordam.
Pessoalmente irritam-me aquelas pessoas que vivem a cantar o fado do desgraçadinho: ninguém tem mais problemas que elas, mais doenças que elas nem mais azares do que elas. Aquelas pessoas que vivem a reclamar de tudo e que invejam tudo o que outros têm, aquelas pessoas que criticam o que os outros fazem mas não mexem uma palha... aquelas pessoas a quem tudo já aconteceu, a quem não podes dizer nada porque "comigo foi bem pior", aquelas pessoas a quem dizes que te dói um dedo e elas te respondem que tens sorte porque a elas lhe dói a mão toda! Aquelas pessoas que vivem a criticar o que outros fazem porque elas nunca têm tempo para essas coisas. Enfim aquelas pessoas que foram pelos vistos abençoadas com todos os males da humanidade e a quem nada corre bem.
Depois irritam-me os irresponsáveis, os que não sabem o que fazem, os que arriscam a vida e sobretudo os que põem em causa a segurança dos outros, assim como aquele idiota de carro escuro e vidros fumados que passa quase todos os dias no meio da povoação a acelerar feito doido e a deixar uma nuvem de fumo atrás sem se preocupar sequer com a possibilidade de atropelar alguém...sim esse idiota que infelizmente a polícia não vê...
Depois irritam-me os maiorais, aqueles que são sempre melhores que os outros, aqueles que estão sempre certos, aqueles que nunca erram, aqueles que nunca têm dúvidas, aqueles que espalham medo por onde passam porque todos temem as suas reacções voláteis quando contrariados, aqueles que quando olham em redor percebem que são os únicos que estão bem (só que não).
E também me irritam os sabe-tudo, os chico-espertos que sabem sempre tudo, que não fazem nada de jeito mas que estão sempre a corrigir os outros, aqueles que não perdem uma oportunidade de emitir opinião, de corrigir, de emendar... aqueles que não gostam de ser corrigidos e que nunca admitem uma crítica sem uma desculpa do género "Ah eu sei, mas fiz assim de propósito". Aquelas pessoas que são sempre as melhores (só que não) e que se pavoneiam como galos de capoeira quando ainda lhes faltam muitas penas...
Ah... os generais... também me irritam... não esses a sério mas aqueles que chegam a despejar ordens e regras e a ditar procedimentos sem pedir opinião a ninguém, aqueles que acham que podem mandar e desmandar, dizer o que querem sem que nada aconteça.
Concluo que me irrita uma boa parte da população mundial... ora bolas! Bom já que temos de conviver com todos os géneros de pessoas, vou focar-me em tentar aprender a fazer de conta que não me irritam...ah, notem que disse tentar... por isso vamos lá ver!
Pessoalmente irritam-me aquelas pessoas que vivem a cantar o fado do desgraçadinho: ninguém tem mais problemas que elas, mais doenças que elas nem mais azares do que elas. Aquelas pessoas que vivem a reclamar de tudo e que invejam tudo o que outros têm, aquelas pessoas que criticam o que os outros fazem mas não mexem uma palha... aquelas pessoas a quem tudo já aconteceu, a quem não podes dizer nada porque "comigo foi bem pior", aquelas pessoas a quem dizes que te dói um dedo e elas te respondem que tens sorte porque a elas lhe dói a mão toda! Aquelas pessoas que vivem a criticar o que outros fazem porque elas nunca têm tempo para essas coisas. Enfim aquelas pessoas que foram pelos vistos abençoadas com todos os males da humanidade e a quem nada corre bem.
Depois irritam-me os irresponsáveis, os que não sabem o que fazem, os que arriscam a vida e sobretudo os que põem em causa a segurança dos outros, assim como aquele idiota de carro escuro e vidros fumados que passa quase todos os dias no meio da povoação a acelerar feito doido e a deixar uma nuvem de fumo atrás sem se preocupar sequer com a possibilidade de atropelar alguém...sim esse idiota que infelizmente a polícia não vê...
Depois irritam-me os maiorais, aqueles que são sempre melhores que os outros, aqueles que estão sempre certos, aqueles que nunca erram, aqueles que nunca têm dúvidas, aqueles que espalham medo por onde passam porque todos temem as suas reacções voláteis quando contrariados, aqueles que quando olham em redor percebem que são os únicos que estão bem (só que não).
E também me irritam os sabe-tudo, os chico-espertos que sabem sempre tudo, que não fazem nada de jeito mas que estão sempre a corrigir os outros, aqueles que não perdem uma oportunidade de emitir opinião, de corrigir, de emendar... aqueles que não gostam de ser corrigidos e que nunca admitem uma crítica sem uma desculpa do género "Ah eu sei, mas fiz assim de propósito". Aquelas pessoas que são sempre as melhores (só que não) e que se pavoneiam como galos de capoeira quando ainda lhes faltam muitas penas...
Ah... os generais... também me irritam... não esses a sério mas aqueles que chegam a despejar ordens e regras e a ditar procedimentos sem pedir opinião a ninguém, aqueles que acham que podem mandar e desmandar, dizer o que querem sem que nada aconteça.
Concluo que me irrita uma boa parte da população mundial... ora bolas! Bom já que temos de conviver com todos os géneros de pessoas, vou focar-me em tentar aprender a fazer de conta que não me irritam...ah, notem que disse tentar... por isso vamos lá ver!
segunda-feira, setembro 03, 2018
Viva... Ouse... Tente!
Ouse procurar novas amizades, viver novos amores, construir novas relações...
Ouse frequentar outros locais, ir a outros cafés, beber outras bebidas, experimentar outros pratos...
Escolha ir a outro local, comprar outras coisas, usar outros perfumes, experimentar outras actividades...
Escolha conhecer novos locais, visitar novos sítios, descobrir novas histórias, criar novas memórias...
Mude de relógio, de penteado, de mala, veja outros filmes, ouça outras músicas...
Mude de ritmo, mude de rumo, mude de vida...
Não se esqueça nunca que só temos uma vida, que não há botão mágico para carregar e ganhar vidas como nos jogos que computador...
Não se esqueça de criar... crie momentos, crie ocasiões, crie memórias, crie eternidades, crie mundos, crie pontes e crie esperanças... crie vontades e crie desejos...
Não se preocupe que o achem louco... afinal o mundo é um manicómio e viver não é uma competição para ver quem é mais louco... que se dane o que os outros acham! Se o faz feliz não desista... nunca desista de nada que o faça sorrir, que o faça vibrar, que o faça crescer... que o faça sentir um pulso a bater dentro de um peito por vezes dorido e magoado...
Não se preocupe em errar... quem não erra não aprende! Quem não erra não vive! Quem não erra não existe porque não errar é ser perfeito e a perfeição é a desculpa dos cobardes para não tentarem e correrem o risco de errar!
Tente tudo... experimente tudo o que conseguir, não perca a ocasião porque ela não vai voltar...
Aprenda...aprenda sempre, aprenda tudo o que lhe quiserem ensinar e não se envergonhe de dizer não sei... ninguém sabe tudo e quem acha que sabe vive na vã ilusão de que é mais e melhor que o comum dos mortais!
Mude... não tenho medo da mudança...seja ela boa ou má é uma oportunidade de aprender e de evoluir.
Olhe o mundo de todos os ângulos... não fique preso à vista da sua própria janela, não se prive de espreitar por outras janelas e de descobrir novos horizontes.
Não se acomode ao conhecido... o comodismo é a desculpa dos fracos para não tentarem nada de novo!
Não se limite a ficar sentado no passeio a ver a vida passar... levante-se e viva! Ouse! Tente!
Seja!
E nunca se esqueça que ser é bem melhor que parecer, que tentar é bem melhor que desistir, que ousar é bem melhor que recuar e que viver é sempre melhor que apenas existir...!
Ouse frequentar outros locais, ir a outros cafés, beber outras bebidas, experimentar outros pratos...
Escolha ir a outro local, comprar outras coisas, usar outros perfumes, experimentar outras actividades...
Escolha conhecer novos locais, visitar novos sítios, descobrir novas histórias, criar novas memórias...
Mude de relógio, de penteado, de mala, veja outros filmes, ouça outras músicas...
Mude de ritmo, mude de rumo, mude de vida...
Não se esqueça nunca que só temos uma vida, que não há botão mágico para carregar e ganhar vidas como nos jogos que computador...
Não se esqueça de criar... crie momentos, crie ocasiões, crie memórias, crie eternidades, crie mundos, crie pontes e crie esperanças... crie vontades e crie desejos...
Não se preocupe que o achem louco... afinal o mundo é um manicómio e viver não é uma competição para ver quem é mais louco... que se dane o que os outros acham! Se o faz feliz não desista... nunca desista de nada que o faça sorrir, que o faça vibrar, que o faça crescer... que o faça sentir um pulso a bater dentro de um peito por vezes dorido e magoado...
Não se preocupe em errar... quem não erra não aprende! Quem não erra não vive! Quem não erra não existe porque não errar é ser perfeito e a perfeição é a desculpa dos cobardes para não tentarem e correrem o risco de errar!
Tente tudo... experimente tudo o que conseguir, não perca a ocasião porque ela não vai voltar...
Aprenda...aprenda sempre, aprenda tudo o que lhe quiserem ensinar e não se envergonhe de dizer não sei... ninguém sabe tudo e quem acha que sabe vive na vã ilusão de que é mais e melhor que o comum dos mortais!
Mude... não tenho medo da mudança...seja ela boa ou má é uma oportunidade de aprender e de evoluir.
Olhe o mundo de todos os ângulos... não fique preso à vista da sua própria janela, não se prive de espreitar por outras janelas e de descobrir novos horizontes.
Não se acomode ao conhecido... o comodismo é a desculpa dos fracos para não tentarem nada de novo!
Não se limite a ficar sentado no passeio a ver a vida passar... levante-se e viva! Ouse! Tente!
Seja!
E nunca se esqueça que ser é bem melhor que parecer, que tentar é bem melhor que desistir, que ousar é bem melhor que recuar e que viver é sempre melhor que apenas existir...!
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