
Ano Novo
Tocam as doze badaladas no sino lá da igreja
E em cada passa põe-se o sonho que se deseja,
Uma nota no bolso para muita sorte e fortuna
E o champanhe traz uma vertigem de espuma.
Deitam-se fora coisas velhas na esperança, talvez,
Que o ano que passou as enterre de uma vez,
Há foguetes a estoirar e tampas de tachos a bater
Para afugentar o mal que se quer de vez esquecer.
Há muita festa e alegria, há risos e animação,
Uma nova esperança acesa dentro do coração:
Que este ano novo que ainda agora aqui chegou
Não seja de todo pior do que aquele que acabou.
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