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Solidariedade com plafon

É comum haver por aí umas bancas, de diversas organizações e associações, que têm por objectivo angariar fundos para as mesmas...por norma dispõem de diversos artigos que "oferecem" uma lembrança a quem dá determinado valor, normalmente 5€ ou 10€, mas que aceitam qualquer quantia que se lhes dê... e fazem menção disso quando abordam as pessoas. Até aqui nada contra, até porque para muitas destas associações esta é uma forma de sobreviver.

O que não é comum é pararmos numa área de serviço e sermos abordados por um individuo, supostamente voluntário mas com ar muito contrariado, que solicita o donativo e pede para se escrever o nome, rubricar e mencionar a quantia de 5€... hã? Cinco euros? E se não quiser ou não puder dar cinco euros? Resposta arrogante e mal humorada: tem de ser cinco euros...ou 10€, não aceitamos menos.
Ai sim? Então olhe não é nada e pronto. Para a próxima ponha aí um aviso a dizer donativo mínimo 5€... assim as pessoas não perdem tempo com gente mal disposta e contrariada como o senhor!

Mas que raio de ideia é esta? Solicitar a ajuda dos outros mas impor-lhes o quanto devem dar? Sou só eu que não acho isto normal? 

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Chão

Tojos, arbustos, carqueijas, giestas, mato, rosmaninho, arruda e ervas benfazejas,  aves que fazem ninho, rochas ingremes e salientes,  águas frias e correntes, aldeias aninhadas no sopé, montes a perder de vista,  ermidas erguidas na fé, terra que o coração conquista, serenidade que embala e acalma, verde manto que o olhar prende, paraíso que nos acalenta a alma, chão que nos embala e entende!

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