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Não te diminuas...

Não diminuas as tuas conquistas, não encolhas os teus sonhos, não reduzas os teus pensamentos só porque achas que os outros os vão achar ridículos e pequeninos.
Deixa-os achar!
Eles têm os sonhos deles, os objectivos deles, as conquistas deles... tu tens de lutar pelas tuas, tens de acreditar em ti e sobretudo acreditar que és capaz! Tu só tens de te preocupar com o que conquistas...porque essas são as tuas metas! 
Não compares conquistas...porque os objectivos não são iguais!
Não deixes sonhos para trás por vergonha... porque são os teus sonhos!
Não compitas pela atenção dos outros... ganha-a!
Não desistas dos teus objectivos...porque eles são a tua motivação!
Não deixes que te façam sentir como se as tuas coisas não tivessem valor... lembra-te que já dizia o ditado que o pouco de alguém é o muito de outro!
O teu pouco é o teu muito... que se lixe o que os outros pensam, o que os outros dizem, o que os outros que te querem fazer acreditar! 
Não penses o quanto o teu pouco pode ser motivo de chacota por parte de uns, pensa antes que o teu pouco pode ser a motivação e a inspiração de outros!
Não penses que não tens valor... pensa apenas que nem toda a gente consegue ver o brilho das estrelas!
Não te diminuas... sê quem és porque é apenas isso que faz sentido e que importa para aqueles que vêem em ti o que tu és e não o que queriam que tu fosses! 

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  É difícil não nos deixarmos afectar pelo que nos rodeia, sobretudo quando irradia energia negativa por todo o lado. É difícil não deixar que a energia negativa nos envolva e perturbe. É dificil aprender a lidar com a agressividade gratuita, com a necessidade de espezinhar para mostrar poder, com a inata vontade de espalhar a frustração agredindo quem está em redor. É dificil manter a sanidade no meio de uma insanidade descontrolada e despropositada... O que fazer? Sofrer com isso ad eternum ou mandar à merda mentalmente e seguir em frente!

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Tojos, arbustos, carqueijas, giestas, mato, rosmaninho, arruda e ervas benfazejas,  aves que fazem ninho, rochas ingremes e salientes,  águas frias e correntes, aldeias aninhadas no sopé, montes a perder de vista,  ermidas erguidas na fé, terra que o coração conquista, serenidade que embala e acalma, verde manto que o olhar prende, paraíso que nos acalenta a alma, chão que nos embala e entende!

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