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Chega um altura

Chega um altura em que deixamos simplesmente de nos chatear com quem vai e com quem fica.
Chega uma altura em que concluímos que para correr atrás só se for de alguma coisa que nos faça perder peso e ganhar sorrisos.
Chega uma altura em que percebemos que o importante mesmo somos nós... o resto que se lixe!
Chega uma altura em que aprendemos que a primeira pessoa a quem temos de agradar e de quem temos de gostar é de nós mesmos.
Chega uma altura em que deixamos de querer saber o que os outros pensam, queremos viver e ser felizes.
Chega uma altura em que queremos fazer o que nos apetece, quando nos apetece e com quem nos apetece.
Chega uma altura em que vemos as coisas de uma outra dimensão, sem a ânsia de outras juventudes.
Chega uma altura em que olhamos para o espelho e pensamos: uau sou mesmo um arraso! Não concordam? Temos pena. Temos de viver com os nossos olhos e não com os dos outros.
Chega uma altura em que aprendemos a valorizar-nos, a gostar de nós, a acreditar em nós e sobretudo a viver por nós.
Chega uma altura em que pessoas ficam para trás, talvez porque não merecessem caminhar ao nosso lado e o nosso brilho as incomodasse.
Chega uma altura em que só queremos ao nosso lado pessoas cuja energia seja boa, compatível com a nossa, que entendam de onde viemos e para onde queremos ir, que estejam lá para rir na nossa alegria, para nos enxugar as lágrimas na nossa tristeza, para nos dizer uma palavra ou simplesmente ficar em silêncio quando assim é necessário.
Chega uma altura em que crescemos... sim... finalmente crescemos e aprendemos que o melhor lugar do mundo é dentro de nós mesmos, aprendemos que somos mais do que o papel de embrulho, que valemos mais do que casualidades e que queremos ser mais do que simples viajantes neste caminho chamado vida.
Chega uma altura em que tomamos consciência da nossa finitude e em que queremos viver a vida, ser positivos, alegres, leves e soltos...
Chega uma altura em que tudo o que queremos é ser quem somos. Gostam? Óptimo seja bem vindos! Não gostam? Oh que pena... já vão tarde!

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